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Audições para o musical Cássia Eller.

Cássia Eller

Como os musicais estão em alta, logo mais começam as audições para o musical da Cássia Eller.

Não perca tempo.

As datas dos testes que ocorrerão no Rio de Janeiro ainda não foram divulgadas.

Quem quiser arriscar, deve enviar para o e-mail audicaocassiaeller@turbilhaodeideias.com.br os seguintes materiais:

  • SOMENTE 1 foto de rosto, e SOMENTE 1 foto de corpo (coloridas)
  • Curriculum vitae completo (citando quais instrumentos musicais tem habilidade)
  • Cidade onde reside
  • Contatos

Para mais informações, clique aqui e acesse o site dos produtores.

Casting p/ Musical Shrek – RJ!

Seleção de atores, cantores e bailarinos para a produção do grande sucesso musical da Broadway “Shrek, O Musical”, com estreia em dezembro de 2012, no Rio de Janeiro.

Inscrições / Maiores Informações: http://shrekomusical.com.br/

Perfil das personagens

Shrek

Um ogro que foi expulso de casa aos 7 anos, adora viver isolado de todos em seu pântano na floresta do reino “Tão Tão Distante”. Sabe que é um ser assustador e se diverte com isso, parece não ter nenhum tipo de sentimento, mas no fundo tem um coração do tamanho dele. Excelente cantor e ator, com idade de 25 à 40 anos. No mínimo 1,80 m de altura – Voz potente com possibilidade de transitar pelo Pop Rock.

Barítono com agudos (Baritenor).

Burro

Um Burro falante, figurão, irreverente, inquieto, ingênuo e cheio de energia. Extremamente covarde e com propensão a ter ataques de pânico.

Nunca teve um verdadeiro amigo e percebe que Shrek é um ótimo candidato, apesar das desavenças. Excelente ator com tom de comédia, cantor e noção de dança, com idade de 20 à 40 anos. Estilo de voz para Jazz, Pop Rock, Barítono com agudos (Baritenor).

Fiona

A Princesa linda que possui um grande segredo – foi enfeitiçada para que em todo por do sol se transforme em um ser repugnante para sociedade, uma ogra. Doidinha, totalmente bipolar, vive isolada em uma torre desde pequena, ansiosa pela chegada do seu príncipe encantado. Excelente atriz e cantora, bailarina com bastante noção de sapateado. De 25 à 40 anos . Altura aproximada 1.60 m. Voz bela, belter.

Fiona adolescente / ensemble

Excelente atriz e cantora, com idade de 18 à 25 anos. Altura aproximada 1.40m. Voz bela, belter

Fiona criança

Excelente atriz e cantora, com idade de 8 à 12 anos. Altura aproximada 1.20m. Voz bela, belter

Lord Farquaad

Um lorde maligno. Ser extremamente narcisista com um ego enorme, mas com uma estatura totalmente oposta, mede 1.40m. Está em busca de uma princesa para que possa se tornar o Rei de Dulloc, uma cidade que foi toda repaginada por ele, transformada em uma Disneylandia Medieval decadente. Adora a perfeição e foi por isso que expulsou do próprio reino as criaturas dos contos de fadas, as quais considera aberrações.

Excelente ator/cantor/bailarino, muito forte, com excelente preparo físico por passar todo o espetáculo interpretando de joelhos. Idade de 20 à 35 anos. Barítono.

Dragona/ensemble

Excelente atriz e cantora com estilo vocal para Jazz/Blues

CORO

Homens e mulheres com Idade de 18 à 40 anos, perfil variado de altura; de 1,40m à 1,90m. Excelentes cantores, bailarinos e atores (exige noção de sapateado). Serão Soldados, Bonecos e Povo de Dulloc, Ratos sapateadores e as criaturas dos contos de fadas como: Pinóquio, Lobo Mau, Fadas, Elfos, Três Porquinhos, Bruxas ,Humpty Dumpty e etc. Experiência em coros de vozes mistas

aqui

Musical Shrek

Audição do Musical – Violinista no Telhado – São Paulo/SP

Audição para o musical “Um Violinista no Telhado” com José Mayer.

Envie seu material para: umviolinistanotelhado@aventuraentretenimento.com.br

Audição para o Musical “A Família Addams”.

A Time for Fun prepara-se para montagem de mais uma superprodução musical da Broadway: “A Família Addams”, que estreia no Teatro Abril no primeiro semestre de 2012. Inspirado na bizarra e querida família criada pelo lendário cartunista Charles Addams, o musical chega ao Brasil pela primeira vez fora dos Estados Unidos. As audições para seleção de elenco desta superprodução, acontecem em São Paulo entre os dias 4 e 9 de julho próximo.

Os interessados em fazer parte do elenco devem enviar currículo, com foto atual de corpo inteiro, para familiaaddams@t4f.com.br até dia 24 de junho. Podem se inscrever homens (atores/cantores/bailarinos) entre 20 e 50 anos e mulheres (atrizes/cantoras/bailarinas) entre 18 e 50 anos e entre 50 e 70 anos. Também haverá audições para meninos, entre 11 e 14 anos, com excelente canto e noções de interpretação.

Especificações vocais para os candidatos seguem abaixo:

Homens: Tenor, Tenor Potente, Baixo Profundo/grave, Bari-tenor, Barítono Agudo e Barítono Baixo Mulheres: Alto/Mezzo Soprano, Soprano com sólido Dó Agudo (C6) e forte belt até Ré (D5), Soprano do Fá grave (F3) a um sólido Dó Agudo (C6) e Contraltos.

Audições para o espetáculo EVITA – SP!

Espetáculo EVITA

Espetáculo EVITA

Nova série inspirada em musicais adolescentes.

REPASSANDO… INDICAÇÃO BRAAPA

Braapa

Braapa

Julie e The Phantoms

Pra quem conhece os seriados “Icarly”, “Hanna Montana” ou “High School
Music”, tem uma referência da dimensão do projeto que a Mixer está
começando a produzir, tendo como foco principal nesse primeiro
momento, a definição do elenco principal da série, que além de contar
com excelentes atores com talento e humor, serão também músicos que
atrairão legiões de jovens e adolescentes em busca de identidade.
JULIE & THE PHANTOMS tem essa cara, mas acima de tudo assume a nossa
identidade brasileira. As personagens aqui envolvidas, sobrenaturais
ou não, serão os tipos que encontramos nas ruas, nas escolas ou na
matinê pop de domingo. O formato de 26 episódios mais a gravação do
primeiro Cd, trazem para essa 1ª temporada um compromisso que envolve
muito trabalho e dedicação, portanto os atores/músicos que procuramos,
deverão estar acima dos 17 anos (preferencialmente aparentando menos)
e acima de tudo ter interesse em se tornar um astro pop e protagonista
de uma série com visibilidade que percorrerá Brasil e America Latina.
Abaixo uma pequena sinopse da série e as característic as desse elenco
principal que buscamos para a 2ª fase de testes de interpretação que
acontecerá no final deste mês de março/2010:

Sinopse
Juliana conhecerá uma incrível banda de fantasmas e, com a ajuda
deles, combaterá o mais destrambelhado dos demônios e a sua própria
timidez, para realizar o sonho de tornar-se uma rockstar.

Juliana (Julie)
Juliana é uma menina de aparentemente 15 anos, apaixonada por música
cujo sonho é ser cantora. Mas, um problema que impede Juliana de
alcançar seu sonho: ela é tímida e tem pavor de se apresentar em
público.
Juliana tem a esperança de que se ela pudesse mostrar seus talentos
para o mundo, conseguiria também chamar a atenção de Nicolas, seu
colega de classe, por quem ela tem uma paixão platônica desde os dez
anos.
No primeiro episódio vamos acompanhar Juliana preparando-se para uma
apresentação em frente da escola i nteira. Ela vai acabar desmaiando
antes mesmo de tocar a primeira nota. A garota culpará sua timidez
pelo desastre e vai jurar nunca mais tocar em público. Daqui para
frente, seu único espectador será seu fiel amigo, Ringo, um labrador.
O que Juliana não imagina é que, na verdade, o desmaio foi causado por
uma intervenção sobrenatural e não por sua timidez.
Juliana vive na Vila Paraíso com seus pais e seu irmão Pedro, que
tenta conseguir a atenção da garota das maneiras mais inusitadas e
sempre acaba criando as maiores confusões. Por essas e por outras,
Juliana sempre tenta manter seu irmão à distância. Mas, com o tempo
ela vai descobrir que Pedro poderá ser um grande aliado e amigo.
Enquanto isso não acontece, Juliana passa a maior parte de seu tempo
escondida de Pedro, tocando seu violão na edícula da casa.
Na escola, Juliana é uma boa aluna, mas um pouco atrapalhada. Ela
acaba semp re entrando nas situações mais vergonhosas, seja explodindo
um experimento na aula de química ou se enrolando acidentalmente na
rede de vôlei. Quando essas coisas acontecem Juliana fica vermelha
como um tomate.
É no encontro com a banda fantasma, os Phantoms que ela vai encontrar
o incentivo e a coragem para superar sua timidez, alcançar seus sonhos
e formar sua própria banda: Julie & The Phantoms.

Nicolas
Além de ser vizinho de Juliana, Nicolas está na classe da garota desde
a 5a série. Porém, ele sempre esteve ocupado demais, tentando fazer a
escola inteira rir de suas piadas para reparar os olhares apaixonados
da garota.
Para Juliana, Nicolas é o garoto de seus sonhos. Ele é bonito,
engraçado e ainda por cima é um músico talentoso. Ele toca violão,
guitarra, bateria e piano. É uma pena que os talentos musicais de
Nicolas não possam ajudá-lo na provas da escola: ele fic a de
recuperação em praticamente todas as matérias.
Nicolas é aquele garoto por quem todas as garotas da escola suspiram,
mas, logo no primeiro episódio ele vai levar um fora de sua namorada
Ana. Ser trocado pelo vocalista da pior banda da escola, os Zombies,
vai certamente abalar a auto-estima de Nicolas.
Ao longo da série, vamos descobrir por detrás da imagem de
auto-confiança que Nicolas gosta de mostrar para o mundo há um garoto
sensível, que tem um pouco de dificuldade de lidar com os aspectos
mais difíceis de crescer.

Phantoms
Esqueçam The Police. Quem foi Queen? Os Phantoms deveriam ter sido a
maior banda de rock dos anos 80. E eles teriam sido, se não fossem
eletrocutados por um raio, logo no meio do seu primeiro grande show.
Por algum feito sobrenatural, viraram fantasmas, presos à única cópia
de seu primeiro disco. Isso até, 25 anos depois do desastre, Juliana
res olver tocar o disco e acidentalmente libertá-los.
Agora, eles voltaram ao mundo como verdadeiros fantasmas e Juliana é a
única que consegue vê-los. Como todos os fantasmas competentes, os
Phantoms conseguem mover objetos e, é claro, tocar seus instrumentos.
Agora, eles terão uma nova chance alcanças a fama e dessa vez poderão
contar com Juliana, sua mais nova vocalista e todas as tecnologias do
século 21.

Daniel
Daniel, o guitarrista e vocalista da banda sempre foi o bonitão.
Convencido e vaidoso, tem dificuldade de entender que está morto. Ele
tenta acompanhar Juliana como se ainda estivesse vivo.

Felix (pode ser um negro black power)
Felix, o baterista, é o brincalhão e adora a idéia de ser um fantasma.
Ele vive tentando dar os sustos mais absurdos na família e nos amigos
da garota. É claro que Pedro, o irmão mais novo de Juliana, é seu
alvo favorito.

Martim (pode ser grodinho/fora de forma)
Martim, o baixista, é o mais tranqüilo, mas é maníaco por organização.
Ele vive re-arrumando tudo na casa de Juliana, o que deixa a família
dela completamente confusa. Ele também é o membro mais sensato da
banda e um verdadeiro romântico.

O processo de seleção está aberto e receberemos material de fotos,
currículo, vídeos ou áudio nos emails casting@mixer.com.br e
seriemusical2010@gmail.com

Pobre Música

        Algumas vezes, ouço alguns comentários a respeito do “elitismo” que assola o meio artístico. Da necessidade do artista de gostar do “cult”, da MPB e do Jazz, desprezando a “cultura de massa”, com seus elementos comercialmente mais vendáveis.

        É claro que, quando a posição de qualquer pessoa se dá simplesmente por moda ou pela necessidade de se encaixar num contexto a respeito do qual pouco sabe ou não acredita, acaba surgindo um estereótipo “chato”. Mas é fundamental não esquecer que hoje se pensa cada vez mais em vender a “arte” de maneira rápida e aos montes, preocupando-se menos com sua qualidade e consistência.

        O meio musical, assim como o teatro, sofre as conseqüências da falta de cultura, conhecimento geral e afins. E o resultado disso é exatamente a ascenção de “gêneros e sub-gêneros” desprovidos de qualquer conteúdo, seja lírico ou musical.

        Daí, temos “axés” aos montes, com letras pífias e harmonia idem. Temos sertanejos que há muito deixaram de lado a característica de raiz, transformando-se em música romântica pseudo-debilóide. Temos o pagode, que de festa das senzalas, transformou-se em samba “fundo de quintal” (esse ainda bom), para depois transformar-se nesse lenga-lenga adocicado e sem nada a acrescentar. Temos o “forró-universitário”, e “outros forrós” que, sacudindo Luiz Gonzaga do túmulo, transformou o que era ótimo em música comercial e sem sal. O “funk carioca”, então, nem se fala. Esse deveria ser proibido de levar em seu nome o título de “funk”, mesmo. Deveria ser proibido de levar consigo o conceito de música, até. Sem contar na música eletrônica manipulada sem NENHUM instrumento. É duro pra um músico ouvir um DJ dizer que “toca”.

        Isso é o que alimenta os ouvidos do povo, e faz gerar cada vez mais músicas desse nível. Mas a música é só mais um retrato do pouco espaço que se dá pra arte com qualidade em geral. E é o espaço o ponto fundamental da discussão.

        Quem nasce ouvindo funk carioca nas favelas, terá isso como referência “musical”. E provavelmente, não terá acesso às boas peças de teatro, aos bons livros, às artes plásticas, nada. Porque não será capaz de compreender a contento. E isso gera desinteresse.

        Quanto mais se consome lixo, mais lixo há pra ser vendido. E realmente, a MPB, a bossa-nova, o jazz, a poesia e a literatura em geral, o teatro, seus consumidores e seus profissionais, estarão renegados a uma posição de elite, segregados a um tipo de “anti-preconceito”, o preconceito de ser bom.

        É fato que o Brasil é mulato, negro, nordestino. Mas o que está acontecendo, é que a música nordestina cada vez mais se separa do nordeste e seu povo, a música negra há muito perdeu a essência dos plantadores de algodão do Mississipi (o blues, que deu origem ao rock, inclusive), e assim por diante. Realmente não vejo a criatividade (ao menos a ponto de ser destacada) no funk do moleque da favela.

        Há sim, muita criatividade e talento nas periferias e nas comunidades. Há excelentes projetos, de onde saem grandes artistas, inclusive músicos. O maestro João Carlos Martins lapida grandes talentos na favela do Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo. O baterista Flávio Pimenta fez o mesmo com os “Meninos do Morumbi”. Mas os talentos e os trabalhos são voltados exatamente para o desenvolvimento musical real dessas pessoas, baseado na MPB, bossa-nova, música clássica, sons genuinamente regionais, etc.

        É bom frisar que o “lixo musical que assola o País” (parafraseando em termos nosso saudoso Stanislaw) não é exclusividade da população carente, sem acesso à educação elementar que todos deveriam ter. Eu canto em uma banda especializada em eventos de grande porte, e sei na prática o repertório pra agradar a gregos e troianos, independentemente da classe social. E dá-lhe cantar “de tudo”…

        Enfim, acredito que quando analisamos os formadores de opinião que batem sempre na mesma tecla em relação ao que é bom ou ruim, é válido questionar se essa ladainha repetida não se dá simplesmente porque o caldo bom entorna cada vez mais. E aí, meu caro, não há muito que fazer senão repetir, repetir, repetir…

Paulo Renato César,

Músico e Professor.

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